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  • Vinicius Massuchetto 21:08 on 7 October, 2011 Permalink |
    Tags: , , , , urbs   

    Por que o trânsito em Curitiba não melhora 

    Este vídeo pode parecer um pouco fora de contexto do cicloativismo, mas é a URBS a instituição responsável pela promoção das melhorias do trânsito que tanto reivindicamos.

    As medidas contra essa movimentação dizem qual é a política utilizada internamente, e as declarações dos trabalhadores demitidos também mostram como determinados motoristas são favorecidos para serem ainda mais donos do trânsito.

    A prefeitura pode agir nesse caso, e deve fazê-lo caso não queira ser conivente com essa postura de perseguição daqueles que a questionam, e acima de tudo de ser seletiva na aplicação da lei.

    Se continuar assim, o trânsito nunca vai melhorar, mesmo.

    Publicado há pouco, na Gazeta do Povo.

    Diretora de trânsito da Urbs deixa o cargo após divulgação de vídeo

    A diretora de trânsito da Urbanização de Curitiba (Urbs), Rosângela Battistella, pediu exoneração do cargo nesta sexta-feira (7) e o pedido foi aceito pelo prefeito Luciano Ducci (PSB). A saída da diretora de trânsito ocorre no momento em que a Prefeitura de Curitiba questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que impede a Urbs de aplicar multas de trânsito.

    […]

    Em nota, a agora ex-diretora de trânsito da Urbs diz que cometeu um erro e assume. “Tenho uma trajetória ética na vida pessoal e profissional. Por isso tenho a maior tranquilidade em admitir meu erro e colocar meu cargo à disposição, para preservar a Diretran e a Urbs, órgãos pelos quais tenho profundo respeito e onde exerci minha função com orgulho e dedicação”, afirma.

    Isso aí está com toda a cara de abafação e preservação do “bom mocismo”, citado pelo Douglas aí nos comentários.

     
    • Douglas Ciriaco 21:38 on 7 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      É significativo por diversos motivos essa parada. Primeiro porque mostra uma face quase oculta (ou ocultada) da gestão Richa/Ducci. O bom-mocismo tomou conta de Curitiba e se dá a impressão de que aqui tudo vai bem, sempre, que não há problemas sociais nem corrupção. Eu fui pra Pernambuco esse ano e lá, quando eu dizia que era de Curitiba, quase todo mundo respondia com um “Nossa, mas Curitiba é muito boa”. A propaganda oficial faz o povo de fora acreditar que não há problemas nem coisas a serem consertadas aqui.

      O outro fato significativo é a questão do poder mesmo. Essa escrotice das pessoas que acham que podem tudo porque são poderosas, porque lhe passaram um cetro temporário. É tosco demais.

    • Gunnar 14:13 on 9 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente denúncia! Vamos torcer para não terminar em pizza como tudo na Banânia!

    • dju64 00:35 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Agora foge, sua farsante!

  • Vinicius Massuchetto 11:45 on 21 June, 2011 Permalink |
    Tags: , tarifa, urbs   

    Curitiba é a capital que mais perdeu passageiros de ônibus 

    O Índice de Passageiros por Quilômetro (IPK) da região metropolitana de Cu­ri­tiba (RMC) caiu 21% na última década, a maior queda entre as dez capitais brasileiras monitoradas, de acordo com dados da Fundação de Instituto de Pesquisas Econô­micas (Fipe) e da Confederação Nacional do Trans­porte (CNT). O IPK é o resultado da divisão do número mensal de passageiros equivalentes (total de usuários, descontadas as gratuidades) do transporte coletivo pela quilometragem mensal.

    […]

    Para o economista Lafaiete Neves, autor do livro Movimento Popular e Transporte Coletivo em Curitiba, é o preço da tarifa que afasta os passageiros e diminui o IPK . “O que temos aqui são oligopólios: poucas empresas ofertando o serviço. Como agem em forma de cartel, empresários preferem elevar as tarifas à medida que perdem passageiros, mantendo os lucros altos”, afirma. “O poder público até regula, mas não controla os custos do sistema. Com isso, milhares de usuários são penalizados com uma elevada tarifa e um serviço sem qualidade.”

    Fonte: Gazeta do Povo

     
    • Lecson Ottonelli 15:39 on 18 Julho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Bem se vê que esse tal Sr. Lafaiete Neves não conhece absolutamente nada sobre transporte coletivo. Pergunto a esse Senhor, se existisse o tal “CARTEL” e se o serviço fosse tão rentável assim, por qual motivo não vieram outras empresas de outros estados participarem do novo processo licitatório em Curitiba?
      O que encarece o preço das tarifas chama-se GRATUIDADES. Com certeza esse economista não tem ciência de como é feito o cálculo das tarifas de transporte Público. É simples, pagantes pagam a conta de quem não paga assim, resta óbvio que as tarifas ficam ainda maiores.
      A título de conhecimento, a maioria das Prefeituras, ou no caso de Curitiba, a Urbs, não subsidiam em nada o transporte coletivo, ou seja, TODA CONTA DO TRANSPORTE, INCLUINDO OS GRATUITOS, É PAGA PELOS POUCOS PAGANTES, POR ISSO A TARIFA É CARA.

      • Vinicius Massuchetto 17:06 on 18 Julho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        O Prof. Lafaiete sempre está participando de eventos que discutem o transporte coletivo em Curitiba. Você pode encontrá-lo facilmente se quiser contestar suas afirmações contra alguns anos de militância social.

        Agora, o que não dá mesmo é pra cair no velho discurso de que a tarifa encarece por causa do vandalismo, gratuidades e compra de novos ônibus. É mesmo muito difícil não enxergar o cartel.

        • Lecson Ottonelli 17:53 on 18 Julho, 2011 Permalink

          Peço desculpas se duvidei do conhecimento do Prof. Lafaiete, porém atuo no setor de transporte a mais de 30 anos e posso me considerar um conhecedor da área, não como teórico, mas como prático. Conheço a realidade dos custos envolvidos no transporte coletivo e sei bem que a culpa pelo aumento das tarifas é sim devido a gratuidade a aos veículos novos que encareceram muito. Pra esclarecer um pouco, até o ano de 1997, para se ter um ônibus novo, bastava ter um velho, trocar a carroceria por uma nova e teríamos um ônibus zero quilômetro. isso gerava uma economia de 50%. Hoje em dia isso não pode mais ser feito. Outra questão, antes não existia idade mínima, ou seja, os ônibus poderiam rodar até o momento em que os proprietários achassem interessante, ninguém exigia 10 anos. Era mais fácil de comercializar ônibus usados. Hoje me dia a maioria dos clientes, públicos ou privados, exige idade de até 10 anos, isso acaba fazendo com que o valor venal dos veículos usados caia. Bingo! Mais um item que acaba encarecendo a tarifa, o valor residual dos veículos usados é menor e o valor dos veículos novos é maior. Por isso respeito todas as opiniões, no entanto ouço essas histórias de CARTEL, ENRIQUECIMENTO ILÍCITO ETC. durante 30 anos e sempre de pessoas alheias ao negócio. De teóricos. Concordo que antigamente era muito mais fácil de lucrar com transporte público devido a tudo o que disse anteriormente, no entanto hoje em dia, está cada vez mais difícil.

        • Vinicius Massuchetto 07:29 on 19 Julho, 2011 Permalink

          Você citou diversos argumentos que vão um pouco além da gratuidade. No entanto, não se esqueça que é a teoria que permite que analisemos a prática. Ninguém concluiu que existem cartéis do nada. Isso é constatado através de uma análise histórica das políticas de Curitiba, e que se repete em vários outros segmentos – de forma peculiar – na máquina pública da cidade.

          E também, me admira um profissional de tantos anos da área ignorar que existe um favorecimento crônico da iniciativa privada sobre um serviço público básico como o transporte.

          Olha, pode-se falar muita coisa do transporte público, mas realmente não creio que possamos afirmar que os acionistas da URBS estão perdendo as pernas.

    • Lecson Ottonelli 09:24 on 19 Julho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ok. Então faremos o seguinte, lanço um desafio a todos os teóricos aqui, que conhecem mais sobre transporte que muitos práticos como eu. Qual a solução para o aumento das tarifas? Antes que me respondam que é acabar com os “cartéis”, não esqueçam que se o transporte público for liberado, ou seja, qualquer empresa puder explorá-lo, corre-se o risco de que cada uma dessas empresas livres (sem contrato de concessão) transportem apenas pagantes, deixando os gratuitos parados no ponto esperando os outros ônibus passarem. Outra dúvida que surge, será que os consórcios que ganharam a licitação de Curitiba são tão fortes e bem relacionados que conseguiram fazer com que nenhum dos maiores grupos empresariais do Brasil, que chegam a ter 7.000 (sete mil ônibus) cada, sete vezes a frota atual de Curitiba, tivesse interesse em participar desse processo licitatório? Será que o serviço é tão rentável assim? Não estou querendo dizer que não é rentável, só quero mostrar que talvez a melhor solução para a melhoria no transporte não seja o aumento no número das operadoras, mas sim a melhoria das condições na planilha de custos. Faço outra pergunta. Por qual motivo um taxista que transporta poucos passageiros, com tarifa bem mais cara do que a dos ônibus, que não transporta gratuitos tem descontos de até 15% na aquisição de carros novos e os ônibus que são responsáveis por 30% do transporte de passageiros nas grandes cidades, que transportam a maioria das pessoas das classes menos favorecidas, não tem desconto algum. Volto a afirmar, os vilões não são os empresários mas a planilha de custos, que com a ajuda do governo, poderia ser reduzida e com isso as tarifas também.

      • Vinicius Massuchetto 10:54 on 19 Julho, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Oi Lecson.

        Na verdade a postura do movimento da Bicicletada é outro. Pregamos a mudança de paradigmas muito mais profundos não só no transporte urbano, mas na sociedade. Não achamos que a abertura para mais concessionárias vá resolver o problema. Em outras palavras, não se resolve trânsito com mais trânsito.

        Não quero fugir dos seus argumentos, só acho que não vale a pena prosseguir com essa linha que você propõe. Talvez antes de falar de cifras e porcentagens, deveríamos antes de mais nada nos preocupar com a divulgação das contas e documentação licitatória do transporte coletivo.

        Se você não pesquisar e não se convencer de que há um grande monopólio favorecedor no transporte público vigente há anos, então continuará buscando justificativas que giram em torno de discursos intencionalmente formados.

        • Lecson Ottonelli 13:59 on 19 Julho, 2011 Permalink

          Agora concordo contigo, as planilhas tem que ser abertas, assim poderemos ter certeza dos números. Quando falo falo das planilhas falo das minhas planilhas que não são em Curitiba, prestamos serviços em outras cidades.
          Abraço.

  • Luis Patricio 12:36 on 2 June, 2010 Permalink |
    Tags: , , fraude, licitação, urbs   

    CARTA ABERTA DO MOVIMENTO PASSE LIVRE À POPULAÇÃO DE CURITIBA 

    O Movimento Passe Livre no dia 1º de Junho de 2010 acompanhou a votação do pedido da câmara à URBS para esclarecimento do processo licitatório do transporte coletivo que há dois meses não divulga os valores da mesma. Feito o ato para pressionar os vereadores da situação a fim de cobrar uma posição da URBS, fomos derrotados. Os vereadores “enrolaram” até que a sessão chegasse ao final sem que fosse votado o pedido.

    Mais uma vez entendemos essa atitude dos vereadores da bancada da situação como mantenedores do lucro injusto das três famílias usurpadoras que sugam os trabalhadores através da tarifa imoral compulsória que vem taxando-nos. Servem como soldados da oligarquia empresarial contra o povo. Povo esse que elegem para câmara os vereadores que teoricamente defenderiam os interesses populares e não interesses de uma quadrilha instaurada no fulcro da administração municipal, como temos visto.

    É um verdadeiro golpe à democracia o que assistimos nesse dia 1º de Junho de 2010, onde um simples pedido de divulgação do resultado da licitação do transporte coletivo é negado à população de Curitiba sem qualquer argumento.

    Isso reforça, novamente, o poder que essa quadrilha tem dentro dos três poderes. São negados os direitos dos cidadãos em saber sobre os processos licitatórios da cidade em que vive.

    É com muita lástima que o Movimento Passe Livre enxerga o processo fraudulento da licitação do transporte coletivo em Curitiba; os empresários que enriquecem de modo escuso e também seus coadjuvantes vereadores, deputados e correligionários entrelaçados como vermes nas entranhas do Estado.

    Movimento Passe Livre, 2 de Junho de 2010.

     
    • Roberto Ghidini 05:38 on 3 Junho, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Estimados amigos do MPL e do FoMUS.

      Em primeiro lugar, quero agradecer a toma de posiçao do MPL, no sentido de cobra os esclarecimentos com relaçao a esse obscuro e porque nao dizer suspeito processo licitatório, que como todos bem sabe, tentamos impedir que ocorresse da forma como foi.

      Também, quero solidarizar-me com a posiçao de repúdio e de desconforto com o relato desta carta aberta, pois como bem diz, foi um verdadeiro golpe à democracia.

      Penso que devamos nos articular e tentar junto ao MP talvez que esses esclarecimentos sejam dados o mais breve possível.

      um grande abrazo,

      rg

    • André Caon Lima 20:39 on 5 Junho, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      O apoio dos ciclistas no questionamento de outros modais mais sustentáveis já está trazendo resultados positivos para a população usuária dos ônibus em Curitiba.
      A URBS, após diversas cobranças de nossa parte, finalmente está implementando a integração temporal, dando até 1h por dia de redução na jornada de trabalhadores.
      Meus parabéns a todos.
      Não sabe o que é integração temporal? Veja em http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1009258&tit=Passageiros-aprovam-bilhetagem-por-tempo

    • Nich 17:59 on 6 Junho, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tenho que discordar com o uso do termo “golpe à democracia”. Lembre que nosso formato de democracia que se baseia na manutenção da ignorância e alienação do povo tem, justamente, esta finalidade: possibilitar que o poder se mantenha na mão do capital (na figura do empresariado) que faz o que quer e manipula a volátil opinião pública para seus 80% de aprovação. Triste mas real. Condolências a mais essa derrota!

      • oscar 12:04 on 7 Junho, 2010 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Nunca é demais !
        Já havia postado este vídeo num outro comentário. Mas depois do que disse o Nich, eu não poderia me furtar a oportunidade de colocar a “última peça” do quebracabeça. Não que com isto encerramos a discussão. Quem dera fosse o estopim pra agora sim, ela começar !
        E VIVA A PLUTOCRACIA DO CAPITAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Jose Roberto 15:47 on 22 Junho, 2013 Permalink | Inicie a sessão para responder

      O Brasil não deve parar e sim acordar
      Prezados
      Onde há o CAOS não há a ORDEM e nem o PROGRESSO. A atual união da juventude e demais cidadãos apartidários representa um marco histórico para o nosso país, pois clama para uma renovação ideológica de relação sociedade e estado. É certo dizer que nosso país tem melhorado, mas necessita de reformas sérias e urgentes, para que possamos saltar a um nível compatível com nossa evolução mental, social e cidadã, pois o que há em nossa carta magma não poderá ficar só em escrita eternamente, tem que ser materializada. Devemos lembrar e ressaltar que o caminho para isto deve ser legítimo e democrático, não anárquico, golpista e ditatorial como sugere seguimentos políticos e midiáticos oportunistas, pois assim sendo esta prática viraria via de regra, guerra política e até civil, o qual mais prejudicados seriam: o cidadão e o progresso do país. Não se trata de derrubarmos ninguém e sim exigir mudanças, porém devemos formar uma União apartidária legítima e democrática, formada por grupos e líderes que possam representar a sociedade em âmbito municipal, estadual e Federal, que de maneira ordenada, com o conhecimento de causa, para negociar com os representantes do Legislativo, executivo e Judiciário; O caos não pode ir para as ruas, para as ruas devem ir a ordem, de marcha legítima ,com grupos legítimo, identificados e apartidários; com causas legítimas, reais, viáveis e possíveis. Precisamos desengavetar aquilo que é bom para a sociedade como um todo e tem sido postergada há décadas pelos nossos representantes legais; Precisamos de reformas em órgãos públicos que nos representam e nas leis obsoletas que nos regem. A união faz a força, mas não a força braçal, qual já aplicamos em nosso suado cotidiano, mas a força da mente criadora e transformadora, que com certeza, sendo bem aplicada, renovará nossa nação .
      José Roberto Augusto

  • Vinicius Massuchetto 16:31 on 12 June, 2009 Permalink |
    Tags: , , urbs   

    URBS paga por aumento de R$2,20 

    A queda no número de passageiros dos ônibus da capital está fazendo com que o sistema de transporte coletivo de Curitiba opere no vermelho. Desde o início do ano, quando a prefeitura aumentou o preço da tarifa de R$ 1,90 para R$ 2,20 de uma só tacada, depois de cinco anos sem reajuste, a média de passageiros diminuiu em mais de 600 mil pessoas por mês. Em quatro meses, de janeiro a abril, isso significou 2,6 milhões de passagens a menos.

    Como resultado, a Urbs precisou usar metade do Imposto sobre Serviços (ISS) pago pelas operadoras do sistema e jogar no próprio pagamento das despesas de transporte – em vez de encaminhar para o tesouro municipal, como normalmente ocorre. De janeiro a abril, o subsídio levou a uma injeção de R$ 4 milhões no sistema de transporte. Mas nem isso resolveu o problema – e a partir daí, a Urbs passou a atrasar o pagamento feito às 10 empresas que põem os ônibus para circular na cidade.

    […]

    Fonte: Gazeta do Povo

    A atitude estratégica de aumento da tarifa de ônibus pela prefeitura no início do ano parece estar agora se virando contra ela. Frente à grandiosos projetos de reforma de terminais e implantação de novos e maiores ônibus, a URBS tem acumulado dívidas e dívidas devido à falta de passageiros.

    Com certeza essa diminuição teve repercussão nas bicicletas da capital. Alguém mais tem a impressão de que tem muito mais gente andando de bicicleta agora do que no ano passado?

     
    • Aurélio Hoch 19:17 on 12 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Eu ouvi falar que querem aumentar pra R$2,70… ¬¬’

    • Roberto Ghidini 08:11 on 13 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tarifas caras, serviço de qualidade inferior cada vez mais (superlotaçao acarretada pela diminuiçao de veículos) afugentam o usuário que deixa de ser habitual para passar a ser circunstancial. Isso somado à diminuiçao dos empregos formais e consequente uso do Vale Transporte – motor do uso do transporte público, redunda em diminuiçao do numero de passageiros transportados.
      Mais bicicletas, melhores calçadas e tarifas mais baixas, isso quer dizer mobilidade urbana sustentável – Curitiba ainda está naquela do passado, que o biarticulado e o ligeirinho sao, independentemente do conjunto de atitudes a soluçao de todos os problemas…Cuidado! pois a URBS terá problemas pela frente…

    • Sílvio 11:36 on 13 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      A luta da bicicleta é uma luta ganha. Já tá tudo saturado. A única alternativa tesuda que as pessoas encontram é sempre a magrela. O resto é sempre o mesmo caos, a mesma sujeira. Ponha um prazer no meio de suas pernas. Vá de bike.

    • tiepassos 14:57 on 17 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Tudo bem, teve um aumento de bikers na cidade, ueba! Bem… mas nada comparado com os 200 carros novos por mês. Ilusoriamente o carro é mais barato que o onibus; de gasolina andar la´seus 8 km sai o q ? uns 2,00 reais.
      – po vou de carro que sai mais barato.
      As pessoas esquecem do seguro, do valor do carro, dos consertos, o que o deixa mais caro.
      A real é que ir de onibus tinha que ser muito mais barato que a gasolina gasta para se locomover de carro, isso sim ajudaria o sistema público da cidade. Junto a um sistema viário de ciclofaixas e ciclovias bem feitas, sinalizadas e de grande extensão (o que não existe aqui), ajudaria bastante o transito consecutivamente o bem estar dos cidadãos e a cidade. Tudo possível, mas tem de querer e fazer acontecer.

      Sou a favor do pedágio para os carros na aréa central de curitiba. Parece que só pegando no bolso para a galera se cochar aqui no brasil.

    • vinicius 09:37 on 23 Junho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      e aquela frase irritante dentro dos onibus continuam:
      – ” depredar terminais, onibus ou não pagar a pasagem aumenta o valor da tarifa”.

      Cada vez que escuto isso (nas raras vezes que por uma razão ou outra não consigo ir de bicicleta para o trabalho) dá vontade de propor uma discussão dentro do onibus hehe. É uma mentira muito grande, nós sabemos de verdade o que faz subir as tarifas.

    • Marcos 15:11 on 22 Julho, 2009 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Se o clima de Curitiba fosse mais seco e quente (sem chuvas e frio) a URBS teria problemas mais sérios.

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