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  • Vinicius Massuchetto 20:48 on 31 October, 2011 Permalink |
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    Circuito de lazer será todos os domingos a partir de Janeiro 

    O Circuito Ciclofaixa de Lazer da  Prefeitura de Curitiba passará a ser feito todos os domingos a partir de  janeiro de 2012. A medida, determinada pelo prefeito Luciano Ducci, foi  confirmada pelo chefe de gabinete do prefeito, José Antônio Andreguetto, em reunião com ciclistas dos grupos CicloIguaçu (Associação  de Ciclistas do Alto Iguaçu) e Ciclovida, nesta segunda-feira (31), na  sede da Prefeitura.

    Os cicloativistas entregaram um relatório  sobre a análise que fizeram durante a realização do 1º Circuito  Ciclofaixa de Lazer, promovido pela Prefeitura no dia 23 de outubro. Uma  das reivindicações dos ciclistas é que o circuito se torne permanente  aos domingos.

    Fonte: Paraná-Online

     
    • Felipe França Silva 21:07 on 31 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Uhuuuuuuuuuul!!! Nossa pressão surtiu efeito!!!

      Viva a Bicicletada!

      Viva a Cicloiguaçu!

    • George 13:03 on 1 Novembro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ou não Felipe…
      Não é ficar naquela de “eu quero sempre mais”, mas isto não muda em nada, do ponto de vista conceitual, a visão que a prefeitura passa sobre as bicicletas para o grande público curitibano. Politicamente sim, todos vão dizer e reconhecer nesta atitude da prefeitura um avanço em relação às políticas direcionadas para as bicis. Ledo engano. Vai continuar sendo lazer. Vai colocar a atual gestão em estado de graça com todos que não estão mais intimamente informados sobre toda a situação e falta de estrutura cicloviária em Curitiba. Eles estão olhando para as eleições do ano que vem, então, ao invés de arrancar um circuito de lazer semanal, temos é que ir mais a fundo e dizer que lazer podemos ter todos os dias da semana nos parques (mesmo porque ninguém consegue pedalar na CICLOVIA do Barigui aos domingos, tá infestada de caminhantes e corredores), o que precisamos é de TRANSPORTE! Aí sim, se eles colocarem ciclorrotas nas marginais das canaletas e ciclofaixas no dito Anel Viário, eu iria fazer coro com Você e gritar: Uhuuuuuuuuuuuuu!

  • Vinicius Massuchetto 17:17 on 23 October, 2011 Permalink |
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    Repercussão da Bicicletada Extra: “Por Uma Ciclofaixa de Verdade” 

    Foto: Elton Damasio/Agência de Notícias Gazeta do Povo

    Parabéns a todos que compareceram e ajudaram a construir esta crítica pacífica, bem humorada e politizada. A mobilização reuniu cerca de 300 ciclistas, reforçou oficialmente a atenção do poder público em relação ao movimento, e só foi possível graças à divulgação feita por todos.

    “Ciclofaixa! Todo dia!”

    Grande Mídia

    Fotografias

    Blogs

    E você? Fez fotos, vídeos ou viu a repercussão em algum outro lugar?
    Deixe um comentário!

     
    • Ricardo 18:57 on 23 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      E agora?
      Ando pela esquerda pela ciclofarsa, ou pela direita? Já que, fora dos horários e datas estipulados pela prefeitura, a ciclofarsa, se torna uma faixa normal de trânsito.
      Pedalar pelas ruas centrais de Curitiba, ficou mais perigoso agora.

    • Rogério Guiraud 12:49 on 24 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Parabéns a todos os participantes da bicicletada pelo gesto consciente diante do poder público viciado em ‘agradablidades’ e atitudes eleitoreiras.

      A Bicicletada, que foi iniciada pela piazada do Coletivo INTERLUX, foi ‘ocupada’ pelos bicicleteiros curtibanos expandindo-se, como a boa atitude de arte conceitual propicia.

      Eu moro no Sítio Cercado, isto é, no exterior da Curitiba burguesa do centro, por isso espero que a atitude de maturidade política dos bicicleteiros, por enquanto, do centro da cidade, contamine os curitibanos das periferias que não tem áreas de lazer, nunca terão ciclovias, segurança, boas escolas, atendimento médico de qualidade, calçadas e outras coisas básicas que a prefeitura ignora e ignorará enquanto aceitarmos ser enganados!

      Esta atitude de protesto tem a dimensão histórica da “hora certa”…e aponta mais sujeira que deve ser varrida, do mesmo jeito que pretendemos varrer corrutos, pois estes corrompem não só com dinheiro do Estado e das empresas, mas também, ao retirar aquilo que todos tem o direito de ter ao morar numa cidade, Estado e Nação.

      E isso tem que acontecer. agora, enquanto vivemos e tem que ser a nossa herança para o futuro!

      Quem se diz competente está afirmando algo que não precisa ser dito, desde que seja verdade.

    • patrickbelem 17:08 on 24 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

    • Marina Rodrigues 18:07 on 24 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Amei que tivemos toda essa repercução!!!! É isso aí! Gerando frutos!!!
      Gente, uma outra forma de protestar (por qqer coisa) é acessando o site: http://www.central156.org.br/ e clicar em ‘criar solicitação’ no canto superior esquerdo!
      Eu escrevi o seguinte:
      “Gostei da idéia da CICLOFAIXA aos domingos, mas têm questões muito importantes que deixaram de ser levadas em consideração.A primeira é uma dica de ciclista: Já que Curitiba possui o sistema binário para facilidade dos carros, por que então não usam as faixas de carros nas canaletas para implantarem as CICLOFAIXAS? Assim os pedestres e ciclistas ficarão muito mais seguros e os carros não serão atrapalhados! Com a proposta de inicialmente funcionar apenas aos domingos, os gastos serão praticamente com placas para dizer que “aos domingos as vias serão fechadas para carros” sem pinturas, tantos cones ou pessoal, e ainda podem-se usar os próprios sinaleiros! Mais vantagens! Elas praticamente cortam a cidade e ligam aos parques (Botânico, Passeio Público, Barigui, Bacacheri…) E aprefeitura poderá usar o dinheiro destinado para arrumar as ciclovias existentes que precisam URGENTE de manutenção! Sabem, bicicleta deve ser encarada como MODAL de transporte, não “LAZER”!!! Usem-na e verão por que insisto, a vida fica tão mais bonita e barata…”

    • chicorasia 22:31 on 24 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Movimento político, sim, com muito orgulho. Pois quando o governo municipal está alheio às demandas dos cidadãos, quando os sistemas de ouvidoria do poder público não respondem às solicitações, só nos resta uma forma de se fazer ouvir: ir para a rua e gritar, a ação política mínima, o mais simples, essencial e inalienável direito.
      (E se a corja reaça se indigna, se acha que usar a palavra “política” é uma forma de desqualificar um movimento popular, bem, nisso não há surpresa. Pois a essa elite retrógrada, que criminaliza os movimentos sociais e tenta dissociar a política da vida cotidiana, de maneira nenhuma interessa o fortalecimento das instituições democráticas.)

    • Walter 17:01 on 25 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      http://www.fabiocampana.com.br/2011/10/bicicletada-quer-primavera-arabe-em-curitiba/
      “Sobrou para alguns dos ciclistas que o acompanharam até o final as palavras de ordem na frente da casa do prefeito: “Gustavo, Gustavo…”.”

    • Vanildo 17:54 on 25 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Minha ideia é que todo domingo ocupemos a ciclofake, desculpe, ciclofaixa. Nós cidadãos somos os verdadeiros donos da cidade, mesmo que este direito nos seja sistematicamente tolidos.

  • Vinicius Massuchetto 06:49 on 22 October, 2011 Permalink |
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    Ato às 8h na inauguração da “Ciclofaixa”: Por Uma Ciclofaixa de Verdade! 

    Neste domingo o prefeito Luciano Ducci estará presente em evento de inauguração da “ciclofaixa”, às 8h na esquina da Rua XV com a Mariano Torres. Como a Bicicletada Extra será somente às 10h, estamos convocando uma espécie de “pré-ato” para marcar presença nesta inauguração e deixar ainda mais claro o nosso descontentamento com o projeto.

    Convidamos todos para comparecer e se expressar. Use sua criatividade, venha com nariz de palhaço e muitas palavras de ordem! Atenção: A Bicicletada ocorrerá normalmente às 10h!

    Concentração às 7h30 no pátio da Reitoria da UFPR!

     
  • Vinicius Massuchetto 06:38 on 22 October, 2011 Permalink |
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    Prefeitura Admite que Projeto da “Ciclofaixa” Possui Falhas 

    Em reunião ontem na prefeitura, as representações dos movimentos e associações envolvidas no protesto “Por Uma Ciclofaixa de Verdade” contestaram os métodos de implantação da “ciclofaixa” de lazer. A prefeitura reconheceu alguns pontos técnicos apontados pelos ciclistas e se compromete a construir um diálogo para propor modificações no atual projeto, e também para ouvir os ciclistas em planejamentos futuros desta e outras ações.

    Em síntese, o que foi decidido (do blog Ir e Vir de Bike):

    1) O Circuito de Lazer será objeto de uma avaliação conjunta formada por integrantes dos movimentos Bicicletada, Associação de Ciclistas do Alto-Iguaçu (CicloIguaçu) e Ciclovida da UFPR; um parecer técnico será apresentado em reunião da Câmara de Ciclomobilidade do Conselho de Curitiba (Concitiba) no dia 31 de outubro;

    2) Correção das informações de divulgação da prefeitura, adequando o circuito à nomenclatura técnica para não gerar confusão, já que o termo “ciclofaixa” não pode ser aplicado ao projeto;

    3) Divulgação com a programação e datas das próximas edições;

    4) Reunião técnica para promover uma sinalização, de forma emergencial, em pontos críticos como cruzamentos e conversões da rede cicloviária permanente.

    É importante enfatizar que esta reunião deu-se somente à mobilização de todos, e para que seus resultados sejam efetivos é também preciso que todos continuem firmes na  defesa de uma cultura da bicicleta em Curitiba. Este domingo é uma bela oportunidade para mostrar que estamos de olho!

     
  • Vinicius Massuchetto 10:57 on 19 October, 2011 Permalink |
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    Bicicletada Extra 23/10: Por Uma Ciclofaixa de Verdade! 

    Enfim, após anos de Bicicletada reivindicando investimento em estrutura para a mobilidade urbana, é com muita insatisfação que recebemos a primeira proposta do poder público para a Bicicleta.

    A nova ciclofaixa que será inaugurada no próximo dia 23/10 possui 4 km de extensão, não tem um plano de metas apresentado em seu projeto de expansão, trata-se de um circuito fechado no centro da cidade, e o pior: funcionará somente uma vez por mês.

    Lembramos que as ciclovias de Curitiba possuem um papel recreativo, e não interligam os pontos de grande trânsito da cidade, além de se encontrarem em péssimo estado de conservação.

    Com isso, a atual estrutura cicloviária (esta ciclofaixa mais as ciclovias) não favorece substancialmente um projeto de mobilidade urbana sustentável, que venha a fazer com que as pessoas definitivamente usem a bicicleta no cotidiano para se locomover de modo geral nas atividades do dia a dia.

    Por este motivo chamamos esta Bicicletada Extra concomitante à inauguração da ciclofaixa. Queremos mostrar que é preciso muito mais investimento e dinamismo para fazer com que a cultura da bicicleta dê mesmo certo em Curitiba.

    Compareça! Venha participar deste protesto pacífico com muito bom humor! Venha de bicicleta ou qualquer outro meio de transporte não motorizado. Vamos mostrar que estamos de olho no que a prefeitura anda fazendo!

    Ajude a Divulgar Pela Web

     
    • George 13:14 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Isso aí!!!
      TEm que ir pro pau com estes caras! Bicicleta não é brinquedo nem ciclista é palhaço. O Luciano Ducci só pensa em reeleição. Por que esta gente não respeita os cidadão???? Com quantas mentiras se faz uma capital sustentável? Pergunta pro prefeito.

    • Eduardo Habkost 22:23 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Suponho que a idéia seja ser fazer um trajeto alternativo e não na falsa ciclofaixa, certo? Meu medo é que o comparecimento da bicicletaa em peso faça parecer que a “inauguração foi um sucesso”.

      • Vinicius Massuchetto 23:19 on 19 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Na verdade estamos até considerando o fato de ocupar a ciclofaixa de certa maneira, pois é lá que estarão os ciclistas de passeio e as autoridades de quem queremos chamar a atenção.

        Para não dar essa ideia de unidade que você falou estamos também procurando fazer cartazes, ir com nariz de palhaço, apitos e esse tipo de coisa.

        Se bem que, dependendo da proporção da Bicicletada, vai ser difícil ocupar a ciclofaixa. =D

        • Eduardo Habkost 09:25 on 20 Outubro, 2011 Permalink

          É que para a prefeitura divulgar como sucesso só importam os números (“centenas de ciclistas participam da inauguração!”). Por outro lado, se manifestar durante a inauguração é bom.

          Eu não sei se vou poder ir, mas se fosse eu iria propor começar o trajeto na ciclofaixa e depois de algumas quadras tomar outro caminho e convidar os ciclistas que não conheciam a bicicletada para nos acompanhar.

    • goura 21:52 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Dá pra fazer a ciclofaixa de verdade.
      A galera andando em linha, acompanhando o mesmo circuito da tal ´ciclofarsa´, só que na rua, no lado direito, respeitando o CTB, como tem que ser. Sem a fiscalização, sem cone de proteção, sem o circo armado. Isto seria bem interessante. Por um longo tempo. Os mesmos 4km. De boa.
      Seria um ganho moral!!!

      Ah . . . e tem que sair mais cedo.
      O Ducci vai estar lá às 8hs!!!!

      Atualizar o horário pra geral!!!

      • marcelo 06:11 on 21 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        discordo, lado direito só em vias de mão dupla. Onde no CTB diz que em vias de mão simples deve circular a direita? Tenho vários problemas quando circulo na cidade nos bordos da pista de rolamento pelo lado esquerdo, simplesmente porque do lado esquerdo muitas vezes não tem ônibus ou porque vou virar a esquerda na próxima esquina.

    • Sandro 21:59 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      é extremamente importante que haja algum tipo de “caracterização do grupo” todos de preto alguma cor… sei lah… isso daria sensação de “unidade”…. caso contrario realmente as fotos que vao sair no jornal vão ser com titulos de “total sucesso” do evento…levar tinta guaxe e pintar os protestantes de vermelho no rosto ou preto em protesto… sem falar em uma panfletagem de conscientização… essencial…

    • Eduardo Habkost 22:00 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Idéia genial. 🙂

      Imagino que mesmo sem combinar previamente vai ter gente que vai aparecer na inauguração 8h para se manifestar. Depois disso o grupo que esteve lá pode passar na reitoria 10h para buscar o restante que não soube do horário mais cedo.

    • Black__angel 00:28 on 23 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Realmente axo q a midia manipulará de forma errada a manchete deste evento… assim como li no jornal “metro”, q a ciclovia iria funcionar em horarios edias determinados… so aqui q eu fiquei sabendo q é somente um dia por mes

  • Vinicius Massuchetto 23:08 on 12 October, 2011 Permalink |
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    Lançado edital de licitação para bicicletários em Curitiba 

    A prefeitura de Curitiba, por meio da Urbs (Urbanização de Curitiba), lançou na terça-feira (11) edital de licitação para selecionar e contratar permissionários para ocupar os bicicletários localizados no Parque São Lourenço, Centro Cívico, Santa Quitéria, Carmo, Pinheirinho e Jardim Botânico.

    Ganha o concorrente que oferecer o maior valor pelo uso do bicicletário. O valor mínimo é de R$ 200 mensais. Pessoas físicas e juridicas podem participar do processo licitatório.

    Fonte: G1 Paraná

    Lembrando que é a terceira vez que a prefeitura abre licitação para estes bicicletários que desde 2007 estão abandonados. Como eles não estão localizados em pontos de grande circulação, é mesmo difícil que as pessoas acabem utilizando-os no dia a dia para suas atividades. Assim ninguém acaba se interessando para administrar o local.

    Talvez seja o momento de rever esta proposta e partir para soluções que relacionem-se mais fortemente com a mobilidade urbana.

     
  • Vinicius Massuchetto 21:08 on 7 October, 2011 Permalink |
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    Por que o trânsito em Curitiba não melhora 

    Este vídeo pode parecer um pouco fora de contexto do cicloativismo, mas é a URBS a instituição responsável pela promoção das melhorias do trânsito que tanto reivindicamos.

    As medidas contra essa movimentação dizem qual é a política utilizada internamente, e as declarações dos trabalhadores demitidos também mostram como determinados motoristas são favorecidos para serem ainda mais donos do trânsito.

    A prefeitura pode agir nesse caso, e deve fazê-lo caso não queira ser conivente com essa postura de perseguição daqueles que a questionam, e acima de tudo de ser seletiva na aplicação da lei.

    Se continuar assim, o trânsito nunca vai melhorar, mesmo.

    Publicado há pouco, na Gazeta do Povo.

    Diretora de trânsito da Urbs deixa o cargo após divulgação de vídeo

    A diretora de trânsito da Urbanização de Curitiba (Urbs), Rosângela Battistella, pediu exoneração do cargo nesta sexta-feira (7) e o pedido foi aceito pelo prefeito Luciano Ducci (PSB). A saída da diretora de trânsito ocorre no momento em que a Prefeitura de Curitiba questiona a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que impede a Urbs de aplicar multas de trânsito.

    […]

    Em nota, a agora ex-diretora de trânsito da Urbs diz que cometeu um erro e assume. “Tenho uma trajetória ética na vida pessoal e profissional. Por isso tenho a maior tranquilidade em admitir meu erro e colocar meu cargo à disposição, para preservar a Diretran e a Urbs, órgãos pelos quais tenho profundo respeito e onde exerci minha função com orgulho e dedicação”, afirma.

    Isso aí está com toda a cara de abafação e preservação do “bom mocismo”, citado pelo Douglas aí nos comentários.

     
    • Douglas Ciriaco 21:38 on 7 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      É significativo por diversos motivos essa parada. Primeiro porque mostra uma face quase oculta (ou ocultada) da gestão Richa/Ducci. O bom-mocismo tomou conta de Curitiba e se dá a impressão de que aqui tudo vai bem, sempre, que não há problemas sociais nem corrupção. Eu fui pra Pernambuco esse ano e lá, quando eu dizia que era de Curitiba, quase todo mundo respondia com um “Nossa, mas Curitiba é muito boa”. A propaganda oficial faz o povo de fora acreditar que não há problemas nem coisas a serem consertadas aqui.

      O outro fato significativo é a questão do poder mesmo. Essa escrotice das pessoas que acham que podem tudo porque são poderosas, porque lhe passaram um cetro temporário. É tosco demais.

    • Gunnar 14:13 on 9 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Excelente denúncia! Vamos torcer para não terminar em pizza como tudo na Banânia!

    • dju64 00:35 on 20 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Agora foge, sua farsante!

  • Vinicius Massuchetto 19:09 on 1 October, 2011 Permalink |
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    Bicicletada de Setembro: Serenata Para o Prefeito Luciano Ducci 

    Na Bicicletada de Setembro não tivemos lá um grande quórum para formar uma massa crítica. No entanto, acabamos compensando o número de pessoas com a criatividade.

    Fomos até a casa do Prefeito Luciano Ducci, no formosíssimo Batel, chamar a atenção para as causas da bicicleta – que têm recebido por parte da prefeitura um tratamento simpático, porém nada concreto e eficiente.

    Tem algumas fotos no Bicicleteiros.com.br.

     
    • Fábio 04:52 on 26 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Corja de playboys! Pobre que anda apertado no ônibus não faz esse tipo de babaquice. Playboy quando tá desocupado inventa coisas para ‘chamar atenção’. Tudo meio maluco das idéias, fora do contexto. Não tiveram preocupações mais sérias durante a vida, por isso qualquer situação é motivo para ‘espanto’ e ‘movimentação’.
      Como se um apitaço com uma dúzia de pessoas fosse mudar um projeto de mobilidade urbana de uma capital como Curitiba. Mais proveitoso seria se tivessem buscado assinaturas para um abaixo-assinado, levado a imprensa e, no mínimo, tivessem reunido um número suficiente de playboys para essa ação.
      (O texto acima foi redigido por um curitibano nato, e ciclista! Também descontente com a “ciclofaixa” da Deodoro, mas que possui coisas mais essenciais para se preocupar na vida!)

      • Vinicius Massuchetto 06:18 on 26 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

        Bom, Fábio.

        Um abaixo assinado já está sendo feito. Imagino que você vá assinar de bom grado, já que pede com tanta expressão por isso.
        https://www.votolivre.org/

        E de fato, achamos que tinha pouca gente. Por isso voltamos lá na semana seguinte com 200 playboys, e algumas semanas depois voltamos com mais 300. E por isso essa playboyzada conseguiu voz efetiva nas políticas para bicicleta na cidade.

        Esperamos com tudo isso fazer com que os pobres não andem mais apertados nos ônibus (novos) da cidade, entre outras coisas. Isso me parece ser um ponto sério, e para você também, não? Já que mostra essa preocupação…

        • Fábio 01:50 on 27 Outubro, 2011 Permalink

          Vinícius,

          Obrigado pela resposta.
          Já aderi a campanha. Obrigado por compartilhar.

          Espero que tenha entendido que meu tom ao chamá-los de “playboys desocupados” não foi intencionalmente ofensivo, visto que acompanho o movimento de vocês por este blog, e sei do empenho que têm demonstrado para a melhoria das condições para a prática do ciclismo na nossa capital.

          Apenas o que me incomoda é que nós de classe média (permita-me incluí-lo sob esta alcunha), muitas vezes, não percebemos lutas maiores (até por sobrevivência) que ocorrem ao nosso lado, deixando a causa de uma “simples” ciclofaixa algo um tanto superficial, não menos importante, claro.

          Esclareço também que, como ciclista, me indigno com o descaso da PMC em proporcionar espaços adequados para que possamos praticar a qualidade de vida através da pedalada.

          Lamento a possibilidade de tê-lo ofendido e aos seus colegas.
          Essa definitivamente não era minha intenção.
          Digo isso pois relendo meu comentário, percebo que o tom pode ter gerado esse tipo de interpretação.

          Parabéns pelo blog.

          Saudações!

    • Vinicius Massuchetto 06:31 on 27 Outubro, 2011 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Fábio, sem problemas. A falta da inserção dos movimentos da bicicleta na periferia e a defesa daqueles que precisam da bicicleta para realmente ter alguma diferença no final do mês é algo que alguns de nós querem chamar a atenção. E sim, de fato, é um movimento de classe média hoje, mas sua luta não exclui outros problemas.

      Pelo menos é bom ver que alguém critica a Bicicletada por esse lado. =D

  • Vinicius Massuchetto 01:36 on 3 November, 2009 Permalink |
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    Reunião Com a Prefeitura Sobre a Ciclofaixa 

    Reuniao FoMUS + CICLOATIVISTAS com Secretaria Municipal de Governo de Curitiba

    3 de novembro de 2009.

    Presentes:

    Secretario Ruy Hara

    Arquiteta Maria (IPPUC)

    Advogada PMC Dra Rosa

    Antonio Carlos Belotto

    Goura Nataraj

    Fernando Rosenbaum

    Roberto Ghidini

    Antonio Miranda

    Maurício

    A ata da reunião ficou assim formalizada:

    Miranda apresenta uma síntese da reunião:

    1) A bicicletada irá consultar a secretaria de urbanismo sobre a possibilidade da elaboração de um “pedágio” para arrecadar fundos para pagamento da multa. – Fica considerado que o termo “pedágio” é impróprio (arq. Maria);

    2) Apresentar proposta da UFPR e publicitá-las;

    3) Estudar sugestões de ações pela municipalidade com a criação de um departamento ou divisão municipal para cuidar da mobilidade não motorizada,

    4) Sugestão de espaços para criação de infra-estruturas cicloviárias em locais disponíveis e em locais necessários da cidade.

    Detalhes da conversação ao longo da reunião:

    Após uma rápida apresentação dos presentes, a pauta previa a discussão da questão da multa imposta pela Prefeitura aos “ativistas” da bicicletada. Houve uma explanação geral sobre as propostas do município e em seguida o Belotto, propôs um pacto entre a PMC em relação à multa emitida contra os ativistas (Goura, Fernando e…). Goura falou sobre a anistia da multa em função de uma atitude de manifestação em favor da mobilidade e sendo assim um ato político em favor de um plano cicloviário e não uma pichação.

    O secretário (Hara) disse da vontade do prefeito em anistiar a multa, mas que não existe mecanismo legal para tal. Perguntado por mim (Ghidini) se dependeria do legislativo, a Dra Rosa disse que sim, mas que não seria retroativo ao caso. Citaram o caso de uma anistia concedida pelo anterior prefeito (Cássio) e que o MP está cobrando a ilegalidade da medida.

    Goura alega que não houve uma violação ao código de trânsito e sim uma medida em favor do cumprimento do mesmo quando havia uma omissão e que nunca houve a proposta de nenhuma pena alternativa. A Dra. Rosa disse que a medida está dentro do princípio da legalidade. A arquiteta Maria disse que sendo um ato simbólico, deveria haver sido feito um pedido formal e com subseqüente autorização para o mesmo por parte do executivo sendo então daí possível a realização do mesmo.

    O secretario Hara fala do gabarito necessário para implantar a ciclo-faixa e da inexistência das condições no local. Goura defende a situação e explica o que foi feito.

    Maurício faz interpelação sobre a medida inicial sem haver um paliativo e a emissão sumária da multa. Cita-se danos ao patrimônio publico – Miranda cita Francis Bacon que diz “posto a causa posto o efeito retirada a causa retirado o efeito” e fala sobre dano ambiental com sua definição legal “dano ambiental é aquilo que gera uma inreversibilidade” – pelo que reza o código de trânsito, que a URBS ao receber a municipalização do trânsito, através de convenio firmado com o DENATRAN ficou responsável pela aplicação do código de trânsito e que até então, estava na ilegalidade em relação às placas de exclusividade para os ônibus segundo o código que era vigente desde 1966. Cita um pequeno acidente sofrido por ele vindo à reunião em bicicleta.

    Digo (Ghidini) que em função da legislação vigente o ato foi caracterizado como vandalismo e que em função de existir uma postura “conivente” com a situação (calçadas péssimas e falta de segurança à bicicleta), que na verdade o ato falho é da municipalidade por não haver feito a faixa e quem deveria responder por crime seria a municipalidade.

    Goura alega que não existe percepção por parte da prefeitura “que o ciclista que usa a bicicleta como meio de transporte não se sente dentro da preocupação da prefeitura” – eu acrescento que nem o pedestre tem essa percepção. Cita alguns casos pontuais.

    Miranda fala que o problema é que o que se observa em Curitiba não existe projetos cicloviários porque os técnicos que fazem esses projetos por não serem usuários da bicicleta e não andarem a pé não tem a sensibilidade necessária e não sentem a angústia de certos pontos para o ciclista. Cita um caso na Av. Visconde de Guarapuava, onde a ciclovia acabou virando passeio compartilhado porque o “petit-pave” adjacente por ser incomodo foi abandonado pelo pedestre…

    O secretário pede que avancemos e reitera o fato de não haver possibilidades e a inexistência de mecanismos legais (infelizmente). A seqüência para a “suspensão” da medida teria que tramitar no judiciário…

    O Miranda pergunta sobre outras situações e Goura comenta que o Shopping Curitiba distorceu a faixa de travessia de pedestres. Goura pergunta se será necessário esperar mais 3 anos para mudanças…

    O secretario avança ao segundo ponto a discussão do plano cicloviário de Curitiba. A arquiteta Maria fala que neste momento esta sendo definido o plano, porém sem definição até o momento das tipologias das vias e tão somente as diretrizes. Existe um projeto de remodelação da Av. Marechal Floriano com a inclusão de ciclo-faixa. Cita outras diretrizes incluídas no plano.

    A discussão fica centrada na rede, nas questões da atual situação e das previsões de revitalização e excussão de novas vias para bicicletas. O secretario Hara enfatiza o interesse da prefeitura em investir neste modal (bicicleta) e que as propostas sempre serão bem vindas.

    Perguntada por mim (Ghidini) sobre as calçadas e sobre a questão incoerência da atual legislação que impõe a responsabilidade ao proprietário. E que esta condição é tacitamente assumida por todos e que a legislação não condiz. Considerou-se também a execução e o padrão da calçada executada no entorno ao Paço Municipal, como sendo o aceitável.

    Perguntado sobre a alteração da lei o secretario disse que deveria haver um projeto de lei partindo do executivo municipal, enviado ao legislativo. Que existe uma intenção do prefeito de revitalizar as ruas onde passam ônibus. Enfatizamos a questão da cidadania vinculada a essa situação, com uma superfície de rolamento aceitável e possível à circulação de uma cadeira de rodas por exemplo.

    O Miranda fala na criação de uma “divisão” de uma secretaria que cuidasse dos transportes não motorizados (ciclovias, calçadas e acessibilidade). O secretário diz que existe a sensibilidade do prefeito nesse sentido, talvez vindo a ser um “departamento” para atender ao tema, mas que não existe a decisão tomado.

    Cito (Ghidini) a necessidade da participação do terceiro setor junto ao poder municipal. Belotto cita o caso da universidade que tem apoio da reitoria para elaboração de um planejamento interno nos campus da UFPR para o uso de bicicletas, necessitando as conexões externas para que o pessoal possa chegar aos campus em bicicleta.

    A arquiteta Maria fala que sim que o que havia sido anteriormente conversado está mantido – a discussão e a apresentação das idéias sobre a questão. Belotto cita que houve também a discussão com a PUC que também tem interesse em fazer essa mesma política, sendo as duas universades os maiores geradores de tráfego.

    A apresentação deverá ser genérica com as diretrizes (idéia, propostas) apenas um mapeamento das necessidades das ligações. Deverá ser apresentada assim que se formalize a proposta. O Belotto propõe o envolvimento das demais universidades. Citamos considerar a integração com a linha de ônibus dos estudantes neste mesmo plano.

    Miranda pergunta sobre a possibilidade de fazer um “pedágio” para arrecadar subsídios para pagar a multa: Terá que ser feito um pedido para fazer a atividade.

    Belotto recoloca a questão sobre a existência então de “uma estratégia para pagar a multa, depositar em juízo e ter uma ação de reverso” e que o secretário demonstrou boa vontade para a execução de uma ciclofaixa como um ato simbólico. O secretário recoloca que irão estudar a questão. A arquiteta Maria, alerta da necessidade de fazer algo com bom senso e que seja pertinente.

    Miranda reitera o fato de apresentar contribuições: – Menciona um caso na Rua Visconde de Nácar entre a André de Barros e a Av. Kennedy onde existe uma faixa de 1,5m a 1,8m que sobra no bordo da rua e que pode ser implantada uma ciclofaixa simples unidirecional, apenas com o custo da sinalização (pintura de faixa e uma taxa a cada 6 m).

    Secretario coloca a elaboração de um evento para publicitar em torno aos campus da universidade a participação da “bicicletada” nesse sentido. Belotto fala da necessidade efetiva de políticas públicas. É citado o caso do Shopping Müller que tem uma colocação de cones e uma faixa pintada para acesso dos veículos ao estacionamento. Pergunta-se da existência de autorização para a situação. Ficou de verificar-se, em função da denuncia, que não havia necessidade de formalização.

    Goura fala do entorno do estádio Couto Pereira que em dias de jogo existe centenas de desrespeito, que incomoda todos os moradores e não existem penalizações e que a ciclofaixa, executada em um bairro, foi objeto de multa. Que ficasse claro o ato político, porém jamais uma pichação.

    Fica finalmente dito pelo secretario da necessidade de um pacto e de haver colaboração.

    Falou-se também da necessidade de “bicicletários” em locais estratégicos como por exemplo em frente ao Circulo Militar (Café dos estudantes).

    Falamos (Ghidini) sobre a criaçao do FoMUS (Fórum da Mobilidade Urbana Sustentável) em abril por proposta da Sociedad Peatonal e com a adesão de outras entidades (GTH, bicicletada, MPL, Ciclovida, etc.) e sobre os encaminhamentos doravante virem a ser feitos por meio deste fórum.

    Agradecemos a acolhida e encerramos a reunião.

     
  • meandros 19:36 on 8 December, 2008 Permalink |
    Tags: , , crime ambiental, , Prefeitura Municipal de Curitiba   

    A Prefeitura de Curitiba multa ciclo-ativistas pela pintura da “Primeira Ciclofaixa de Curitiba” II 




    Curitiba, a “Capital Ecológica”! Hum, Capital Ecológica com 100% de seus rios poluídos e com o velho Iguaçu tão poluído quanto o Tiete? É, não cola. Ok, que tal “Capital Social” então? Capital Social que não estimula a inclusão de todos seus cidadãos? É, acho o ideal seria “Capital da Gente”. Mas Capital da Gente, multa um grupo de cidadãos por fazerem um bem social (diga-se de passagem, fazendo o trabalho que a incompetente gestão deveria por lei estar executando)? É, acho que ta na hora de mudar o slogan da cidade outra vez…

    Bem, a história começa no dia 22 de setembro de 2007, quando dentro da celebração do Dia Mundial Sem Carro, ciclo-ativistas independentes juntos aos moradores da região do Alto da Glória, cansados com a falta de infra-estrutura oferecida aos que escolhem a bicicleta como meio de transporte (e não o automóvel particular ou o esgotado transporte público) e levando em consideração a falta da existência de uma política pública séria em prol da mobilidade limpa e sustentável, decidiram pintar eles mesmos uma ciclofaixa simbólica.

    Antes da pintura, os meios de comunicação e autoridades foram avisados e uma carta aberta circulou entre os moradores e comerciantes da região, que apoiaram a idéia.

    Sendo assim, ao fim da manifestação (pública, pacífica e sem líderes que ocorre todo último sábado do mês na forma da Bicicletada) a “Primeira Ciclofaixa de Curitiba” foi pintada por um grupo de cerca de 50 pessoas, à luz do dia e de cara limpa.

    Ao final deste protesto pacífico (por volta do meio-dia, após termos nos encontrado casualmente com o Prefeito no Passeio Público), de forma comunitária e com o apoio total dos moradores da região da Rua Augusto Stresser, pintamos uma “ciclofaixa” de cerca de 1m de largura no bordo direito da via. A preocupação com a pintura foi total e esta foi feita com tinta asfáltica, padronizada e visando, além de sinalizar a via e garantir a segurança de ciclistas e motoristas que circulam pela região, MOSTRAR AOS ÓRGÃOS RESPONSÁVEIS QUE DE FORMA SIMPLES, BARATA E ACIMA DE TUDO PREVISTA EM NOSSO CÓDIGO DE TRÂNSITO, podemos incentivar a circulação de bicicletas com segurança no TODO DE NOSSA CIDADE.

    Como todos sabem a despreparada Guarda Municipal apareceu no final da festa, e, como é de praxe, agiu com truculência, arrogância, estupidez e ilegalmente (Sim, um dos oficiais retirou sua insígnia de identificação do uniforme conforme mostrado na foto anexa). Das 50 pessoas envolvidas diretamente com a pintura, 3 foram aleatoriamente escolhidas e escoltadas ao som de sirenes e cantadas de pneu até a delegacia do meio ambiente. A acusação: crime ambiental – pixação.

    Resolvida a questão, a Ciclofaixa foi apagada (o que mostra como a atual gestão, não pode investir em infra-estrutura básica para os ciclistas, mas pode investir em destruir o pouco que é feito) e algumas semanas depois, repintada com esplendor e glória na realização do Primeiro Desafio Intermodal de Curitiba (outubro de 2007), novamente após comunicação aberta à grande mídia, cidadãos e autoridades.

    Através desse texto, a Bicicletada procura divulgar a todos os envolvidos (Prefeitura, ciclo-ativistas, moradores, comerciantes e a Delegacia do Meio Ambiente) de que a “multa por pixação” ainda esta valendo. Os três ciclistas que foram “enquadrados” receberam esta semana uma notificação final com o veredicto de culpa e com um prazo para pagar uma absurda multa de R$750! (veja reportagem na Gazeta do Povo)

    Esperamos que as devidas providências sejam tomadas e que a Delegacia do Meio Ambiente e a Prefeitura de Curitiba possam receber os ciclo-ativistas para discutir a questão e lembramos, que ao contrário da multa de 600 mil reais aplicada ao nosso prefeito Beto Richa por propaganda ilegal, ao pintar a ciclofaixa os cidadãos não estavam destruindo o patrimônio público e sim contribuindo com este.

    Lembramos também das várias promessas feitas pela prefeitura e das altas cifras gastas em infra-estrutura de binários e com a Linha Verde, (que de “verde/ecológica” não têm nada), que além de não incluírem uma solução para os que utilizam a bicicleta como meio de transporte, incentivam o uso do automóvel particular (comprovadamente a maneira menos eficiente e maior causadora de poluição, mortes e CONGESTIONAMENTOS na cidade).

    Gratos pela leitura e compreensão.

    Obs: Fotos anexas.

    À disposição para maiores esclarecimentos,

    Bicicletada de Curitiba

    http://www.raios-x.com/bicicletadacuritiba

    contato@raios-x.com/bicicletadacuritiba

    Luis Patrício

    lcpatricio@gmail.com

    Yuri Schultz

    yurischultz@gmail.com

    Divonzir Maia

    divomaia@hotmail.com

    Luis Peters

    la_peters2003@yahoo.com.br

    Jorge Brand

    souldefiance108@yahoo.com.br

    Gunnar Thiessen

    gthiessen@gmail.com

    Leandro Kruszielski

    leandro.psi@gmail.com

    Gabriel Nogueira

    gabbamod@yahoo.com

    Algumas informações importantes:

    Apesar de a circulação de bicicletas estar prevista no Código Nacional de Trânsito e o Art. 58 do mesmo prever que “Nas vias urbanas, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores”, basta um breve deslocamento utilizando a bicicleta pelas ruas de nossa cidade para notar que a maioria esmagadora (literalmente) de nossos motoristas ou não conhece ou ignora tal artigo e a premissa básica de que “pedestres têm preferência sobre as bicicletas e estas a têm sobre os veículos automotores”.

    A ciclofaixa é um “lembrete” para os motoristas (que devido à sensação de poder, privacidade e anonimato propiciado pelo veículo automotor) esquecem de que a bicicleta também esta prevista no Código Nacional de Trânsito e tem o direito de utilização das vias públicas, pelo simples fato de estas serem “públicas”.

    Para ser estabelecida, a ciclofaixa exige apenas a pintura no asfalto, à direita da via, de uma faixa pontilhada de um metro de largura e a fixação de sinalização de “faixa preferencial para ciclistas”. Uma forma simples e comprovadamente eficaz de se reduzir os acidentes e aumentar a segurança dos ciclistas ao compartilharem com veículos automotores o espaço que lhes pertence por direito.

    Obs: Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, em vias municipais, apenas a prefeitura pode fazer a sinalização. “Só o poder público pode fazer isso”, explica o advogado Cyro Vidal, da Comissão de Assuntos e Estudos sobre o Direito de Trânsito da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Segundo ele, não há uma punição estipulada para a infração.

    Fonte:  rodafixa.

     
    • bicicletadacuritiba2 04:57 on 9 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Falta que os órgãos cumpram a lei (CTB):

      Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:

      I – cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições;

      II – planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas;

      III – implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário;

      Fonte: http://www.denatran.gov.br/ctb.htm

    • bicicletadacuritiba2 05:01 on 9 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Ao invés de promover, eles tentam dificultar e proibir a circulação dos ciclistas.

      Basta ver que a URBS discrimina o cidadão de bicicleta e o impede de guardar seu veículo no estacionamento pago da Rua da Cidadania da Matriz. Escolhe prestar serviços públicos somente para carros.

    • Cidade Toco 08:09 on 9 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Olha gente, não adianta tentar fazer barulho sem levar a causa para a imprensa.

      Não adiantaria ser radical dizendo que a imprensa é manipulada e etc. (como ocorre muito aqui em Goiânia) sendo que ela é a única fonte de informação para a maioria da população.

      Para convencer as massas, precisamos de visibilidade. Um protestozinho no final de cada mês sem a devida divulgação e cobertura da imprensa não vai ecoar e, se ecoar, vai demorar muito e custar muitas prisões e injustiças contra os ciclistas ainda, manifestantes ou não.

      Os políticos brasiletas não se mexem se não mexermos com eles.

      Lembro que existem políticos bem intencionados mas que ficam sem expressão por estarem sozinhos sem um grupo que expresse seus ideais dentro da socidade, outros, ainda que sejam uns malas-sem-alça, adoram um baruho para aparecer e ganhar votos, outros ainda não perderiam a oportunidade de bater na cara da prefeitura.

      []s,
      Pedro – Cidade Toco.

    • goura 15:06 on 10 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

    • Tiê 10:05 on 22 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Palhaçada ! Essa multa é uma das coisas mais ridiculas que vi. Essa não pode ser paga e acho que tinha que se transformar em 750 mil reais da prefeitura em investimentos de infra-estrutura a favor da bicicleta. Isso não pode ficar quieto!

    • Rogério Chimionato 23:59 on 22 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pessoal:
      Acabei de sugerir para o quadro Proteste Já do programa CQC (http://www.band.com.br/cqc/participe.asp) o o tema Bicicletas em Curitiba, em especial essa questão da multa por causa da pintura da ciclofaixa.
      Que tal se mais pessoas fizerem o mesmo?

    • Marcelo Machado 09:25 on 23 Dezembro, 2008 Permalink | Inicie a sessão para responder

      Pessoal, sou formado em direito mas não especialista nessa área, mas entendo que essa multa é ilegal, pois a intenção dos autores do ato era tão-somente alertar a Prefeitura para a criação de espaços demarcados para bicicleta, de acordo com o que preconiza o CNT.
      Ou seja, a intenção era manifestar pensamento, não usurpar as funções do poder público relativas à sinalização e disciplina do tráfego.
      Por fim, deve-se considerar que o ato limitou-se a poucos metros de uma rua já pouco movimentada, não gerando assim lesão ou perigo de lesão a bem jurídico, o que atrai a aplicação do princípio da bagatela (também conhecido como princípio da insignificância).
      Um abraço!

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